domingo, 4 de março de 2018

AS CORRIQUEIRAS ENCHENTES DE VERÃO



COMO ENCHER UMA CIDADE DE ÁGUA





As recorrentes imagens de Parauapebas sob águas nos trazem dois sentimentos contraditórias: as águas estão ai e não temos gestão e planejamento. A cada retorno das águas a cidade submerge causando dor, desamparo e sofrimento. Realmente a bilionária capital do minério não tem vocação para cidade.

Não são os prefeitos, são as pessoas que retornam para as margens, há esse coro. E há também o coro daqueles que culpam justamente essas autoridades por sua permissiva de ocupação das margens e ainda pior, por não fazerem absolutamente nada, década após década para mitigar a invasão das aguas em verão de fartura.

Eram 1,7 bilhão para a resolução desse problema, no ultimo governo do Darci e nos anos do malfadado governo Valmir da Integral. No seu retorno Darci foi totalmente incapaz de manter algo conquistado por ele mesmo no ultimo ano de governo. A cidade perdeu todo esse dinheiro com ordem já assinada pela presidência da republica.

Os recursos para a obra do Sebosinho não basta. Não resolver nem um terço das necessidades prementes da cidade em saneamento e proteção das margens do Rio Parauapebas.



Isso significa que nos próximos anos teremos novamente enchentes, sofrimento e etc, mas quem importa? Talvez as dezenas de ONGS que estão lutando para mitigar a dor do próximo, porque autoridade e prevenção jamais veremos nessa cidade sitiada. Lamentamos.

De que adianta os bilhões do minério se não sabemos como utilizar?