quinta-feira, 28 de junho de 2018

Voltando ao passado


O que há de novo politica




Falamos sempre que a situação difícil do Brasil está nos políticos, que as decisões políticas são equivocadas e se tem os políticos hoje como quase marginais.
Mas esquecemos que nas eleições os eleitores são os primeiros a procurarem os políticos pedindo ajuda disso ou daquilo. Milhares de eleitores oferecem seu voto e os votos de seus familiares em troca de dinheiro ou produtos para resolverem problemas que nunca o político vai resolver.
Comprando votos não precisaremos fazer nada, vamos receber um cheque em branco da mão dos eleitores para não fazermos nada, esta pago
E na maioria das vezes essa compra é feita pela troca de uma cesta básica, um transporte de mudança, até de 100 a 500 reais.
É muito pouco, a vantagem para o político que compra votos é muito grande.
Ou será que o eleitor que vende seu voto não percebe? É inocente, vítima?
Na minha opinião é tão bandido ou corrupto quanto quem compra, estão burlando as leis do país, LEIS QUE TODOS NOS QUEREMOS que seja cumprida sem preferência de cor, raça, credo religioso ou status econômico.
Sou pré candidata e não quero comprar votos, meu partido não negocia mandatos, É CRIME FEDERAL, é covardia e acinte contra o ESTADO DEMOCRATICO. Vendendo votos o jogo político nunca vai mudar, sempre VAO GANHAR ELEIÇÕES E MANDATOS OS MAIS PODEROSOS, OS DA CASA GRANDE QUE MANTEM ESSA NAÇÃO MARAVILHOSA ESCRAVIZADA HÁ SECULOS.
Hoje o homem mais popular do pais, o único presidente que olhou para as massas de verdade está na cadeia; CORRUPÇÃO PASSIVA E LAVAGEM DE DINHEIRO, olhem que absurdo condenado sem provas, enquanto o presidente golpista está solto e atrapalhando de vez o pais.
NÃO VENDAM SEUS VOTOS, DEPOIS NÃO PODERAO COBRAR NADA DE NINGUEM e vamos continuar sendo o pais do futuro... PARA OS PODEROSOS.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Temos petroleo, gasolina e gás


Produção de petróleo do pré-sal avança e bate novo recorde
Publicado em 04/06/2018 - 16:38
Por Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro




A produção de petróleo da camada pré-sal avançou novamente no mês de abril, registrando recorde de 1,785 milhão de barris de óleo equivalente por dia (MMboe/d). O crescimento foi de 2,3% em relação a março, que foi de 1,745 (Mmboe/d) e também sobre fevereiro, que havia registrado o recorde anterior, de 1,763 (Mmboe/d). Barris de óleo equivalente representam a produção conjunta de petróleo e gás natural.



As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (4) pela assessoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Segundo a nota, foram produzidos 1,423 milhão de barris de petróleo por dia e 58 milhões de metros cúbicos diários de gás natural por meio de 86 poços. A produção no pré-sal correspondeu a 54,4% do total produzido no Brasil.

Em abril deste ano, a produção de petróleo e gás do país – nas camadas pré-sal, pós-sal e em terra – ficou em 3,281 milhões de barris de óleo equivalente por dia. A produção total vem declinando, pela menor produção sucessiva na camada pós-sal.

Foram produzidos 2,597 milhões de barris de petróleo por dia (bbl/d), um aumento de 1,5% na comparação com o mês de março e de 2,3%, se comparada com abril de 2017. A produção de gás natural totalizou 109 milhões de metros cúbicos por dia, um aumento de 1,7% em comparação ao mês de março e de 6%, se comparado com abril de 2017.

Os campos marítimos produziram 95,6% do petróleo e 82,9% do gás natural. A produção ocorreu em 7.519 poços, sendo 727 marítimos e 6.792 terrestres. Os campos operados pela Petrobras produziram 94,1% do petróleo e gás natural.

Os três principais estados produtores de petróleo são o Rio de Janeiro, com 1,837 milhão barris por dia, seguido por Espírito Santo, com 363.975 mil barris por dia, e São Paulo, com 277.655 barris por dia. Os dados podem ser acessados na íntegra na página da ANP na inernet.
Edição: Nádia Franco


sexta-feira, 25 de maio de 2018

Uma realidade local!


COMO ESTA  O POLO MOVELEIRO COM A MADEIRA LEGAL












Em meados de 2017 tivemos notícias do convenio da Madeira Legal em que se juntaram VALE, COOPMASP e PREFEITURA, num projeto e doação de dois mil m3 de madeira de supressão aos moveleiros da cooperativa e domiciliados no Polo.

Seriam gerados quatrocentos empregos e teríamos um bom movimento apartir do recurso doado, envolvidos autoridades, vereadores, deputados e o pessoal da mineradora.

O fato real é, o que temos agora, passados quase um ano e com a cidade parada ainda a espera de um líder que a capacite para escapar da dependência total da VALE, quase nada, apenas rumores, rumores...

PARECE impossível esse escape, haja visto que as lideranças viciaram em CEFEM e decididamente não querem criar um ambiente de negócios real na cidade. Basta olhar o absurdo do atendimento no DAM, onde funcionários totalmente despreparados fazem o cidadão voltar repetidas vezes para se resolver um simples alvará. E o horror das taxas para tudo, encarecendo a instalação de empresas e mesmo dificultando como se não precisassem de negócios locais.

A própria atitude do Cartorio de Registro de Pessoas Jurídicas, com exigências e intromissões que beiram ao realismo fantástico do Grande Irmão de George Orwell. 



A estagnação em que se encontram os moveleiros em geral e a cooperativa e o polo em particular é assustadora: as exigências da própria prefeitura quanto ao alvará dos associados e das absurdas exigências para sua legalização ambiental, aliadas a uma dificuldade de se colocar seu produto no mercado, transformou tudo numa grande dúvida quanto ao desenvolvimento e sucesso do negócio madeira legal.

Custos não foram avaliados, o impedimento da legalização e a falta de credito ameaçam o desenvolvimento do projeto. A madeira representa pouco mais de trinta por cento do custo do móvel desenvolvimento em Parauapebas. A maior necessidade de quem trabalha e luta ali, é escoamento de sua produção e sobretudo crédito, condição básica para desenvolvimento de qualquer atividade. Sem capital de giro as ideias ficam no papel e não há desenvolvimento.


Mas reconhecemos a luta na cessão dessa madeira e em geral a cidade agradece o empenho. Mas precisamos de mais.





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