segunda-feira, 4 de junho de 2018

Temos petroleo, gasolina e gás


Produção de petróleo do pré-sal avança e bate novo recorde
Publicado em 04/06/2018 - 16:38
Por Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro




A produção de petróleo da camada pré-sal avançou novamente no mês de abril, registrando recorde de 1,785 milhão de barris de óleo equivalente por dia (MMboe/d). O crescimento foi de 2,3% em relação a março, que foi de 1,745 (Mmboe/d) e também sobre fevereiro, que havia registrado o recorde anterior, de 1,763 (Mmboe/d). Barris de óleo equivalente representam a produção conjunta de petróleo e gás natural.



As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (4) pela assessoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Segundo a nota, foram produzidos 1,423 milhão de barris de petróleo por dia e 58 milhões de metros cúbicos diários de gás natural por meio de 86 poços. A produção no pré-sal correspondeu a 54,4% do total produzido no Brasil.

Em abril deste ano, a produção de petróleo e gás do país – nas camadas pré-sal, pós-sal e em terra – ficou em 3,281 milhões de barris de óleo equivalente por dia. A produção total vem declinando, pela menor produção sucessiva na camada pós-sal.

Foram produzidos 2,597 milhões de barris de petróleo por dia (bbl/d), um aumento de 1,5% na comparação com o mês de março e de 2,3%, se comparada com abril de 2017. A produção de gás natural totalizou 109 milhões de metros cúbicos por dia, um aumento de 1,7% em comparação ao mês de março e de 6%, se comparado com abril de 2017.

Os campos marítimos produziram 95,6% do petróleo e 82,9% do gás natural. A produção ocorreu em 7.519 poços, sendo 727 marítimos e 6.792 terrestres. Os campos operados pela Petrobras produziram 94,1% do petróleo e gás natural.

Os três principais estados produtores de petróleo são o Rio de Janeiro, com 1,837 milhão barris por dia, seguido por Espírito Santo, com 363.975 mil barris por dia, e São Paulo, com 277.655 barris por dia. Os dados podem ser acessados na íntegra na página da ANP na inernet.
Edição: Nádia Franco


sexta-feira, 25 de maio de 2018

Uma realidade local!


COMO ESTA  O POLO MOVELEIRO COM A MADEIRA LEGAL












Em meados de 2017 tivemos notícias do convenio da Madeira Legal em que se juntaram VALE, COOPMASP e PREFEITURA, num projeto e doação de dois mil m3 de madeira de supressão aos moveleiros da cooperativa e domiciliados no Polo.

Seriam gerados quatrocentos empregos e teríamos um bom movimento apartir do recurso doado, envolvidos autoridades, vereadores, deputados e o pessoal da mineradora.

O fato real é, o que temos agora, passados quase um ano e com a cidade parada ainda a espera de um líder que a capacite para escapar da dependência total da VALE, quase nada, apenas rumores, rumores...

PARECE impossível esse escape, haja visto que as lideranças viciaram em CEFEM e decididamente não querem criar um ambiente de negócios real na cidade. Basta olhar o absurdo do atendimento no DAM, onde funcionários totalmente despreparados fazem o cidadão voltar repetidas vezes para se resolver um simples alvará. E o horror das taxas para tudo, encarecendo a instalação de empresas e mesmo dificultando como se não precisassem de negócios locais.

A própria atitude do Cartorio de Registro de Pessoas Jurídicas, com exigências e intromissões que beiram ao realismo fantástico do Grande Irmão de George Orwell. 



A estagnação em que se encontram os moveleiros em geral e a cooperativa e o polo em particular é assustadora: as exigências da própria prefeitura quanto ao alvará dos associados e das absurdas exigências para sua legalização ambiental, aliadas a uma dificuldade de se colocar seu produto no mercado, transformou tudo numa grande dúvida quanto ao desenvolvimento e sucesso do negócio madeira legal.

Custos não foram avaliados, o impedimento da legalização e a falta de credito ameaçam o desenvolvimento do projeto. A madeira representa pouco mais de trinta por cento do custo do móvel desenvolvimento em Parauapebas. A maior necessidade de quem trabalha e luta ali, é escoamento de sua produção e sobretudo crédito, condição básica para desenvolvimento de qualquer atividade. Sem capital de giro as ideias ficam no papel e não há desenvolvimento.


Mas reconhecemos a luta na cessão dessa madeira e em geral a cidade agradece o empenho. Mas precisamos de mais.





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