segunda-feira, 2 de abril de 2018

Uma cidade em luto

MORTES NA BASE DO GOVERNO






Preocupante não apenas a violência em si, ela é geral num pais em guerra civil não declarada como o Brasil está vivendo. E essa guerra civil não declarada há tempos começou a questionar a estrutura de poder que a democracia de menos quarenta anos tem conseguido.

Da condenação de um ex-presidente popular, a nove anos de prisão – sem provas, respaldada em Segunda Instancia, ao assassinato de prefeitos, deputados, juízes, advogados e outros.

O número de assassinatos na esfera municipal já é um alerta em si. Primeiro, numa invasão ao Hospital Municipal e assassinato de um paciente na UTI, à luz da manhã, que era funcionário público da Prefeitura Municipal de Parauapebas. Depois o assassinato de uma moça na residência do Secretário Municipal de Cultura, apresentado versão de que era uma brincadeira com arma de fogo, num ambiente restrito é verdade, mas na casa de uma autoridade municipal, e agora essa notícia dolorosa e assustadora do assassinato da esposa do Secretário de Desenvolvimento.

Não estou apontando conexões ou algo parecido, me chama a atenção que antes esse grupo – o poder municipal, não era ameaçado, não temos muitos casos aqui na cidade de pessoas do círculo de poder, envolvidos em violência com morte.

As coisas estão mudando rapidamente e cada vez nosso ambiente é mais inseguro. O ambiente de uma nação que não consegue se encontrar e que parcela dessa nação, entende que é armando – e não o contrário, que se resolve todos os conflitos postos.

Lamentamos aqui a perda de pessoas, todas importantes para suas famílias e para seus grupos, todos fizeram ou estão fazendo falta. Precisamos de instituições firmes e seguras que realmente respaldem a paz social, a empregabilidade, a transparência e a garantia dos seus cidadãos. Ao longo da nossa história, desde o descobrimento até hoje, não conseguimos.


quarta-feira, 21 de março de 2018

Banco Central reduz juros básicos da economia para 6,5% ao ano


Pela 12ª vez seguida, o Banco Central (BC) baixou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu hoje (21) a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 6,75% ao ano para 6,5% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.
Com a redução de hoje, a Selic continua no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,75% ao ano em fevereiro, o nível mais baixo até então.
Em comunicado, o Copom informou que a inflação evoluiu de forma melhor que o esperado nesse início de ano. De acordo com o BC, o comportamento da inflação permanece favorável, com diversos preços mais sensíveis aos juros e ao ciclo econômico em níveis baixos. O órgão sinalizou que deve continuar a reduzir os juros na próxima reunião, em 15 e 16 de maio, mas que deve interromper o ciclo de quedas depois disso.
“Para a próxima reunião, o comitê vê, neste momento, como apropriada uma flexibilização monetária moderada adicional. O comitê julga que este estímulo adicional mitiga o risco de postergação da convergência da inflação rumo às metas”, destacou o texto. “Para reuniões além da próxima, salvo mudanças adicionais relevantes no cenário básico e no balanço de riscos para a inflação, o comitê vê como adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária”, acrescentou o comunicado.
Apesar do corte de hoje, o Banco Central está afrouxando menos a política monetária. De abril a setembro, o Copom havia reduzido a Selic em 1 ponto percentual. O ritmo de corte caiu para 0,75 ponto em outubro, 0,5 ponto em dezembro e 0,25 ponto nas reuniões de fevereiro e de hoje.
A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula 2,84% nos 12 meses terminados em fevereiro, abaixo do piso da meta de inflação, que é de 3%. O IPCA de março só será divulgado no início de abril.
Até 2016, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelecia meta de inflação de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. Para 2017 e 2018, o CMN reduziu a margem de tolerância para 1,5 ponto percentual. A inflação, portanto, não poderá superar 6% neste ano nem ficar abaixo de 3%.
Inflação
No Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2018 em 4,2%. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,63%.
Do fim de 2016 ao fim de 2017, a inflação começou a diminuir por causa da recessão econômica, da queda do dólar e da supersafra de alimentos. Depois de uma pequena subida no fim do ano passado, por causa dos reajustes dos combustíveis, os índices voltaram a cair no início deste ano. O recuo foi motivado por novas quedas nos preços dos alimentos e dos serviços, setor ainda afetado pela demora na recuperação da economia.
Crédito mais barato
A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos projetam crescimento de 2,83% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2018. A estimativa está superior à do último Relatório de Inflação, divulgado em dezembro, no qual o BC projetava expansão da economia de 2,6% este ano.
A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Texto ampliado às 18h17 para acréscimo das informações do comunicado do Copom
Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil 
Edição: Wellton Máximo

domingo, 4 de março de 2018

AS CORRIQUEIRAS ENCHENTES DE VERÃO



COMO ENCHER UMA CIDADE DE ÁGUA





As recorrentes imagens de Parauapebas sob águas nos trazem dois sentimentos contraditórias: as águas estão ai e não temos gestão e planejamento. A cada retorno das águas a cidade submerge causando dor, desamparo e sofrimento. Realmente a bilionária capital do minério não tem vocação para cidade.

Não são os prefeitos, são as pessoas que retornam para as margens, há esse coro. E há também o coro daqueles que culpam justamente essas autoridades por sua permissiva de ocupação das margens e ainda pior, por não fazerem absolutamente nada, década após década para mitigar a invasão das aguas em verão de fartura.

Eram 1,7 bilhão para a resolução desse problema, no ultimo governo do Darci e nos anos do malfadado governo Valmir da Integral. No seu retorno Darci foi totalmente incapaz de manter algo conquistado por ele mesmo no ultimo ano de governo. A cidade perdeu todo esse dinheiro com ordem já assinada pela presidência da republica.

Os recursos para a obra do Sebosinho não basta. Não resolver nem um terço das necessidades prementes da cidade em saneamento e proteção das margens do Rio Parauapebas.



Isso significa que nos próximos anos teremos novamente enchentes, sofrimento e etc, mas quem importa? Talvez as dezenas de ONGS que estão lutando para mitigar a dor do próximo, porque autoridade e prevenção jamais veremos nessa cidade sitiada. Lamentamos.

De que adianta os bilhões do minério se não sabemos como utilizar?

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Empresas inadimplentes cresceram 5,35% em 2017, diz SPC Brasil


Empresas inadimplentes cresceram 5,35% em 2017, diz SPC Brasil


As empresas inadimplentes cresceram 5,35% em 2017,  com alta de 0,34% em relação a 2016, segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). As dívidas em atraso tiveram alta de 3,64% na comparação anual.


Por regiões, no Sudeste, o número de empresas negativadas na comparação anual avançou mais do que em outras regiões: a alta foi de 7,37%. Em seguida, aparecem o Sul (3,18%), o Centro Oeste (2,99%), o Nordeste (2,61%) e a região Norte (2,23%).


Em termos de participação, o Sudeste concentra a maior parte do número de empresas negativadas, com 46,14% do total. O Nordeste, por sua vez, concentra 20,77%, enquanto o Sul aparece com uma fatia de 17,07%.


Por setores, serviço lidera com maior número de empresas negativadas, com variação de 8,22%. Em seguida, aparecem comércio (3,42%), indústria (2,93%) e agricultura (-0,99%). Quando se analisa os setores credores (para os quais as empresas devem), o maior avanço da inadimplência foi observado pela indústria (4,67%), seguida de serviço (4,12%) e comércio (3,24%).


“Ainda há efeitos da crise, mas também há sinais de retomada da economia. Para este ano, espera-se que, à medida que os negócios se recuperem, o fenômeno da inadimplência desacelere”, avalia o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

Edição: Valéria Aguiar

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Orgulhosamente uma empresa de Parauapebas



RECRUTAMENTO E SELEÇÃO. CURSOS E TREINAMENTOS PARA AMBIENTE DE MINA







Iniciamos há décadas, quando não havia treinamento local. Estamos aqui, na região mineradora global. Somos EXCLUSIVA. AGORA com os cursos exclusivos de mineração normativo-administradores e de produção direta tais como Plano de Emergência de Barragens, Licença Ambiental para Mineração, Energia Solar Fotovoltaica.



Treinamento de RAC e Normas de Segurança.