terça-feira, 27 de maio de 2014

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E RENOVAÇÃO. NOVAS DEMANDAS DA MINERAÇÃO

CURSO  DE  VULCANIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DE CORREIAS TRANSPORTADORAS CURSOS DE SINALEIRO RIGGER.

Esta nova oferta de treinamento vem de encontro a forte demanda e a ausência quase completa desses profissionais prontos no mercado de trabalho. Com a simplificação das RACs, em parte devido  a baixa escolaridade dos trabalhadores disponíveis no mercado local, em parte pela pressão e forte demanda de custos – tempo e dinheiro, no retreino dos reprovados, temos uma oferta maior e uma necessidade de maior atenção ao treinamento especifico das tarefas de mina. Também, com o aumento dos postos de trabalho em serviços de infraestrutura – estradas, ferrovias, pontes para escoamento da produção mineral,  intensa movimentação de máquinas e cargas exigem a qualificação de trabalhadores em novas funções antes relevadas. Neste dois quesitos, o mercado necessita de VULCANIZADORES e de SINALEIROS RIGGER. Conforme descrição  ao final deste texto, a EXCLUSIVA CONSULTORIA oferta estes dois produtos, tanto individual – nosso formato exclusivo, quanto na formação de turmas de até vinte pessoas – teórico e prático.

Disponibilizamos ainda para as empresas, a preparação do PCMSO, PPRA e todos os relatórios de trabalho exigidos. Ainda, temos psicólogos disponíveis para aplicação de testes psicotécnicos e acompanhamento psicológico, dentro da nossa visão holística do trabalhador: Corpo e mente!



Este curso apresenta os conceitos básicos para a movimentação de carga, bem como as sinalizações corretas de acordo com as normas de segurança.

O Rigger é o responsável pela preparação da carga, execução de todas as manobras que estão planejadas no plano de içamento.
 
Carga horária 16 horas;
Aulas teóricas  pode ser de  manhã, a tarde ou noite;
Aulas práticas nos em  dias livres ou finais de semanas;
Apostilas gratuitas;
Certificado e carteira do operador entregues 24 após conclusão;
Inicio imediato;







FORMAÇÃO DE RIGGER -SINALEIRO
Objetivo: Com o objetivo de atingir o máximo em Segurança no Trabalho, este curso foi desenvolvido seguindo rigorosamente normas nacionais e internacionais, considerando Técnicas de Movimentação e Içamento de Carga, além de Padrões e normas internas de grandes indústrias nacionais.
Público Alvo: Este curso é indicado para pessoal com envolvimento direto na manobra e coordenação de campo, tais como Líderes, Encarregados, Supervisores e demais profissionais com curiosidade sobre o assunto como capacitação complementar.
Instrutores: Instrutores credenciados para o treinamento proposto.
Certificação: Será emitido um certificado para cada participante do curso, contendo seu nome, as horas/aula cumpridas pelo aluno, e no verso o conteúdo programático.
Também será fornecido um termo de encerramento do curso, que, juntamente com as listas de presença, são evidências da realização do treinamento.
A empresa contratante deverá encaminhar, com o prazo de 01 dias de antecedência, relação nominal e RG dos participantes do treinamento para que os certificados sejam entregues em até 01 dia útil após a realização do curso.

Como eu faço para dizer ao operador o que eu quero que ele faça com a carga que esta em seu guindaste?

Quando você aluga um guindaste ou guindauto (caminhão munk), você quer utilizar ao máximo este equipamento fazendo valer todo o dinheiro aplicado.
Você precisa ser capaz de comunicar de forma rápida e eficiente com o operador, para que este possa fazer o que exatamente você precisa que seja feito. Felizmente para que este comunicação seja feita de forma clara e segura, existe uma linguagem universal para orientar os movimentos do guindaste… Os sinais manuais.
Estes mesmos sinais são usados oficialmente em todo o mundo … mas aqui no Brasil, vemos algumas variações bastante criativas, por isto sempre que um sinaleiro entra em um canteiro de obras este deve conversar com o operador e os demais sinaleiros sobre as praticas locais, pois, esta variações são regionais e de empresa para empresa.
Não tenha medo da longa lista de sinais, você pode orientar de forma muito eficaz os movimentos do seu operador de guindaste.
Pois com a prática este se tornam simples e intuitivos, pois isto o sinaleiro deve sempre atuar com atenção e a prática continua, abaixo algumas das responsabilidades que o sinaleiro deve saber:

  • O sinaleiro se torna aos olhos do operador de guindaste. Muitas vezes, o operador não pode ver a carga, seja ao longo de um telhado plano ou do outro lado de uma parede, etc…  As vezes mesmo a carga bem a sua frente dele, o operador não pode ver através dela e prever onde possa haver um obstáculo.
  • O sinaleiro deve ter consciência de cada movimento que a carga fará a cada sinal. CO Os sinais para guindaste destinam-se a dizer ao operador do guindaste o que ele fazer e em qual direção a carga irá. Um sinal faz com que o guindaste se mova, gire suba e desça carga.
  • Certifique-se que seus sinais são visíveis para o operador. Existe um sentimento de que o mantendo um contato visual com o operador este estará vendo seus sinais. Errado … E esta é uma falsa percepção que um bom sinaleiro tem que trabalhar duro para mudar, pois um bom sinaleiro deve saber quando seus sinais estão sendo visto, interpretados e executados pelo operador. Muitos operadores ignoram os sinais por acreditarem que já sabem o que deve que ser feito, isto é uma prática ariscada, pois o sinaleiro que deve orientar o operador e não o contrario. Um bom operador sabe que ele não pode executar nenhum movimento de seu equipamento sem que lhe seja dada uma orientação

 

Porque utilizar sinais se é mais fácil simplesmente falar o que quero?

Esta é uma pergunta comum a muitos, alguém podem achar o uso da comunicação verbal muito mais simples, já que dispomos de uma infinidade de palavras e de dispositivos de comunicação e um dos mais utilizados no canteiro de obras é o rádio comunicador. Para alguns falar CERTO é simples mas para alguns…
Bem… Sim, talvez… Acho que… Pode descer, desce um pouquinho, um bocadinho, um tantinho… Não, sobe… Sobe!!! Sobe!!! Para, para, para!!! Xiiiii bateu… Assim como a comunicação pode parecer simples, também pode se tornar algo complicado e estressante.

 

Vantagem do uso dos sinais

  • Clareza. O “vocabulário limitado” dos sinais padrões evita um duplo entendimento, enquanto a comunicação verbal pode apresentar hábitos regionais como sotaque, gírias e termos diferentes o que dificulta o entendimento. Um “Sinaleiro” só pode utilizar um sinal, ou uma combinação de sinais, para orientar um determinado movimento da máquina.
  • Velocidade. A velocidade que viaja uma imagem é similar a velocidade da luz. Mais importante ainda, com a prática, a mão humana pode formar um sinal complexo mais rápido do que a língua possa emitir uma única sílaba.
  • Distância. Os guindastes geralmente são utilizados quando se necessita de um raio maior de alcance ou a carga deve ser manuseada sobre de obstáculos. Instruções verbais se tornam mais difíceis de interpretar entre o locutor e o ouvinte, mesmo o uso do rádio que pode sofrer interferência e chiados com isto aumentando o risco de desentendimento e movimento errados.
  • Barulho. Em um ambiente industrial ou de construção existe muito barulho, o que pode interferir em uma comunicação verbal, quando utilizamos sinais este barulho não interfere em nada.
O  curso de Sinaleiro Rigger possibilita ao profissional orientar o operador de equipamentos de içamento de carga (ponte rolante, empilhadeiras, macaco hidráulico, guindauto e caminhões especiais), verificar possíveis interferências, isolar área e aplicar check list para a operação.
Conteúdo Programático:
1) Tipos de equipamentos usados para movimentação de cargas
     (gruas, guindastes, talhas, pontes rolantes, empilhadeiras etc)
2) Definição dos elementos de içar
3) Guindastes
4) Sinais convencionais usados nas operações com guindastes
5) Precauções e cuidados durante a movimentação de cargas
6) Armazenamento de materiais
7) Montagem e instalação de equipamentos
8) Amarração de cargas
9) Segurança : legislação e normas regulamentadoras
Habilitação: Sinaleiro Rigger - Duração: 16 horas - Turnos: Matutino e Noturno.



Parte 1

sexta-feira, 16 de maio de 2014

UM MUNDO SEM FRONTEIRAS


A QUALIFICAÇÃO DOS NOSSOS PROFISSIONAIS É ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL


No momento como consultoria a EXCLUSIVA esta  trabalhando em função da qualificação dos  profissionais de Parauapebas  e região. Mesmo sem a definição de algumas empresas, em tornar-se nossas parceiras em treinamento de mão-de-obra, a demanda por qualificação na cidade é crescente  e estamos buscando excelência neste trabalho.

As exigências de treinamento especifico por parte da VALE, com as derivadas das NR, RAC – Requisito de Atividades Criticas, definitivamente colocaram estas empresas frente a frente com a demanda real de qualificação em segurança do trabalho. Não apenas a qualificação de segurança da uma estabilidade maior ao trabalhador, mas a qualificação na sua atividade específica – sua área profissional, soldador, mecânico e outros.
O esgotamento da mina de Carajás traz novas preocupações de segurança – uma cava mais profunda, instabilidade de terreno, uma mao de obra mais envelhecida, equipamentos mais usados.

Mas não poderíamos deixar de falar da questão humana: pessoas com as habilidades e conhecimentos necessários a inserção neste novo mundo: educação e treinamento, paradigmas essenciais para a sustentação deste novo modelo, desta nova realidade de convivência do eu/tu/eles. Quem nos educa para a plena vivência, para este novo, como diria Lacan,  “élan” de oportunidades, de estreitos relacionamentos que vão desde o alimentar, o vestir, pentear, informar, viver? Quais são as novas regras para participarmos da cadeia mundial de suprimentos e sinergias?

Talvez a educação responsável. Os jovens neste contexto não podem apenas sair das escolas, tem de estar qualificados, talvez no experimental modelo americano, de um segundo grau com mais tempo e conteúdo profissional,  ou mesmo criar um modelo de qualificação que atenda nossos negócios locais e específicos.
E em Parauapebas é crítico e urgente enfrentarmos este problema. Há cada vez mais jovens com segundo grau se propondo a serem ajudantes. Estão procurando oportunidades e precisando, as empresas já exigem pelo menos um curso na área a que se propõe trabalhar. Acho mesmo que as empresas, tão sábias no sul do país,  estão relativamente perdidas frente a esta realidade de mercado fortemente empregador: esquecem de custos, terceirização, educação, treinamento, qualidade. Estão exclusivamente expostas a seus contratos e seus riscos. Estamos todos perdendo. É preciso manter a possibilidade de crescimento, de forma sustentada, constante. No centro do processo, o homem e suas necessidades.
Acreditamos em Parauapebas e região. Acreditamos que o novo prefeito deva trabalhar as reais potencialidades da cidade, abrindo-a para a participação e o desenvolvimento, cedendo espaço para quem produz conhecimentos e novos valores. Acreditamos na riqueza da floresta. Acreditamos na riqueza dos homens e mulheres que fazem desta cidade este sonho. Mais ainda, esta ânsia de novos conhecimentos e vivências, nesta renovação constante, precária, estimulante, nestas ondas de esperança.
E justamente agora em que se iniciam novos debates sobre as matrizes econômicas que podem substituir ou complementar o esgotado produto mineral, estas novas profissões precisam ser reguladas e estabelecido conteúdos.

Estamos neste momento, preparando um treinamento específico para a formação de vulcanizadores, profissional necessário e procurado. Nosso novo curso será em breve apresentado aqui.

É nessa realidade que a EXCLUSIVA CONSULTORIA esta inserida, com o objetivo de conscientizar e abrir os olhos de empreendedores para a atual necessidade da cidade: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL.

Vivemos um momento único em Parauapebas, onde parcerias com pequenas, médias e grandes empresas estão sendo firmadas, dentre as quais podemos ressaltar que estarão na vanguarda dos novos tempos que nos espera, sem a total dependência da mineração.

Existe uma palavra que esta constantemente no dicionário da EXCLUSIVA, chama-se INOVAÇÃO, e é pensando em inovação que alem das empresas, procuramos os Sindicatos como nossos parceiros, formando assim um circulo forte, onde todos ganham e principalmente o trabalhador e empreendedores local.

Participamos de um momento peculiar, onde devemos lutar a favor da qualificação e requalificação constante de nossos profissionais,  criando assim as bases para que tal profissional esteja preparado para ser absorvido pelo mercado de trabalho e que também tenha a flexibilidade de mudar de profissão, se assim se fizer necessário.

A EXCLUSIVA CONSULTORIA trabalha para que outras empresas firmem parcerias e faça parte desse sonho: QUALIDADE DE VIDA PARA TODOS. VER NOSSOS PROFISSIONAIS OCUPANDO VAGAS QUE OUTRORA SERIAM OCUPADAS POR TRABALHADORES DA REGIÃO SUL E SUDESTE.

No momento como consultoria a EXCLUSIVA esta  trabalhando em função da qualificação dos  profissionais de Parauapebas  e região. Mesmo sem a definição de algumas empresas, em tornar-se nossas parceiras em treinamento de mão-de-obra, a demanda por qualificação na cidade é crescente  e estamos buscando excelência neste trabalho.

As exigências de treinamento especifico por parte da VALE, com as derivadas das NR, RAC – Requisito de Atividades Criticas, definitivamente colocaram estas empresas frente a frente com a demanda real de qualificação em segurança do trabalho. Não apenas a qualificação de segurança da uma estabilidade maior ao trabalhador, mas a qualificação na sua atividade específica – sua área profissional, soldador, mecânico e outros.
O esgotamento da mina de Carajás traz novas preocupações de segurança – uma cava mais profunda, instabilidade de terreno, uma mao de obra mais envelhecida, equipamentos mais usados.

Mas não poderíamos deixar de falar da questão humana: pessoas com as habilidades e conhecimentos necessários a inserção neste novo mundo: educação e treinamento, paradigmas essenciais para a sustentação deste novo modelo, desta nova realidade de convivência do eu/tu/eles. Quem nos educa para a plena vivência, para este novo, como diria Lacan,  “élan” de oportunidades, de estreitos relacionamentos que vão desde o alimentar, o vestir, pentear, informar, viver? Quais são as novas regras para participarmos da cadeia mundial de suprimentos e sinergias?

Talvez a educação responsável. Os jovens neste contexto não podem apenas sair das escolas, tem de estar qualificados, talvez no experimental modelo americano, de um segundo grau com mais tempo e conteúdo profissional,  ou mesmo criar um modelo de qualificação que atenda nossos negócios locais e específicos.
E em Parauapebas é crítico e urgente enfrentarmos este problema. Há cada vez mais jovens com segundo grau se propondo a serem ajudantes. Estão procurando oportunidades e precisando, as empresas já exigem pelo menos um curso na área a que se propõe trabalhar. Acho mesmo que as empresas, tão sábias no sul do país,  estão relativamente perdidas frente a esta realidade de mercado fortemente empregador: esquecem de custos, terceirização, educação, treinamento, qualidade. Estão exclusivamente expostas a seus contratos e seus riscos. Estamos todos perdendo. É preciso manter a possibilidade de crescimento, de forma sustentada, constante. No centro do processo, o homem e suas necessidades.

Acreditamos em Parauapebas e região. Acreditamos que o novo prefeito deva trabalhar as reais potencialidades da cidade, abrindo-a para a participação e o desenvolvimento, cedendo espaço para quem produz conhecimentos e novos valores. Acreditamos na riqueza da floresta. Acreditamos na riqueza dos homens e mulheres que fazem desta cidade este sonho. Mais ainda, esta ânsia de novos conhecimentos e vivências, nesta renovação constante, precária, estimulante, nestas ondas de esperança.
E justamente agora em que se iniciam novos debates sobre as matrizes econômicas que podem substituir ou complementar o esgotado produto mineral, estas novas profissões precisam ser reguladas e estabelecido conteúdos.

Estamos neste momento, preparando um treinamento específico para a formação de vulcanizadores, profissional necessário e procurado. Nosso novo curso será em breve apresentado aqui.

É nessa realidade que a EXCLUSIVA CONSULTORIA esta inserida, com o objetivo de conscientizar e abrir os olhos de empreendedores para a atual necessidade da cidade: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL.

Vivemos um momento único em Parauapebas, onde parcerias com pequenas, médias e grandes empresas estão sendo firmadas, dentre as quais podemos ressaltar que estarão na vanguarda dos novos tempos que nos espera, sem a total dependência da mineração.

Existe uma palavra que esta constantemente no dicionário da EXCLUSIVA, chama-se INOVAÇÃO, e é pensando em inovação que alem das empresas, procuramos os Sindicatos como nossos parceiros, formando assim um circulo forte, onde todos ganham e principalmente o trabalhador e empreendedores local.

Participamos de um momento peculiar, onde devemos lutar a favor da qualificação e requalificação constante de nossos profissionais,  criando assim as bases para que tal profissional esteja preparado para ser absorvido pelo mercado de trabalho e que também tenha a flexibilidade de mudar de profissão, se assim se fizer necessário.

A EXCLUSIVA CONSULTORIA trabalha para que outras empresas firmem parcerias e faça parte desse sonho: QUALIDADE DE VIDA PARA TODOS. VER NOSSOS PROFISSIONAIS OCUPANDO VAGAS QUE OUTRORA SERIAM OCUPADAS POR TRABALHADORES DA REGIÃO SUL E SUDESTE.


terça-feira, 1 de abril de 2014

RAC – REQUISITOS DE ATIVIDADES CRITICAS - OPERADOR DE CAMINHÃO GUINDAUTO – SINALEIRO DE RIGGER – OPERADOR DE RIGGER

Nossos cursos e treinamentos são oferecidos em caráter individual. Há muito percebemos a necessidade dos nossos clientes, em obter atenção especial, focada na sua demanda especifica. Enfrentamos o desafio do treinamento individual, sempre que possível.
RIGGING é engenharia de movimento. É arte pura, aliada a muito calculo e percepção de oportunidade. Rara aplicação de logística de materiais e movimento, o operador de rigging é o artista do movimento seguro. Nosso curso tem 10 anos e já formou grande numero de operadores. Agora, temos uma nova demanda local e estamos prontos para fornecer material tanto para estudo a distancia, quanto para nossas salas de aula, em turmas ou individual.
SINALEIRO DE RIGGER é a nova exigência e linguagem das empresas. Temos uma estrutura desenvolvida  para nossos treinamentos de SINALEIRO, e para todos os cursos que envolvem movimentação de materiais, tais como GUINDASTE, MUNCK, PLATAFORMA ELEVATORIA, SKY e outros equipamentos. Adaptar nosso cursos para especifico SINALEIRO DE RIGGER  foi uma tarefa tranqüila e com conhecimento de causa.
OPERADOR DE EQUIPAMENTOS, são cursos voltados para motoristas ou operadores não certificados. Partimos do principio legal, onde a carga de aulas praticas sequem requisitos da lei. TODA A CARGA PRATICA é feita individualmente, como nas AUTO ESCOLAS.

NOSSOS CLIENTES, tanto em testes psicotécnicos, quanto em cursos teóricos e práticos, contam com todos os prestadores de serviços ativos para Carajás e Região, tais como JULIO SIMÕES LOGISTICA, SOTREQ, METSO, PARCAN, RADIADORES NACIONAL, LUCRAIA, MECAMÓVEIS,  FORMATTO, SAAEP, RIWA, DUCOL, PRAXAIR, dentre tantas outras, todas descritas em nossos blogs. Visitem: nossosservicos1.blogspot.com ou nos visite, R. 2 nr 52 – Cidade Nova – Parauapebas/Pa.













sexta-feira, 14 de março de 2014

TREINAMENTO PROFISSIONAL E HUMANIDADE. COMO NOS TORNAMOS REFERENCIA EM EDUCAÇÃO EMPRESARIAL EM CARAJÁS.

Percebemos ao longo desses anos, a ocorrência deste importante fator de aprendizado em alunos aprendizes ou operários adultos e qualificados. É um problema quando não detectado  pela escola e treinado seus instrutores para a importância da prática direcionada. Muitos dos nossos alunos retornam pelo nosso foco na pratica em treinamento profissional. Leiam:

A Dislexia
O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura


Peanuts Collector Club
A dislexia é uma das mais comuns deficiências de aprendizado. Segundo pesquisas realizadas, 20% de todas as crianças sofrem de dislexia – o que causa com que elas tenham grande dificuldade ao aprender a ler, escrever e soletrar. Pessoas disléxicas – e que nunca se trataram – lêem com dificuldade, pois é difícil para elas assimilarem palavras. Disléxicos também geralmente soletram muito mal. Isto não quer dizer que crianças disléxicas são menos inteligentes; aliás, muitas delas apresentam um grau de inteligência normal ou até superior ao da maioria da população.
A dislexia persiste apesar da boa escolaridade. É necessário que pais, professores e educadores estejam cientes de que um alto número de crianças sofre de dislexia. Caso contrário, eles confundirão dislexia com preguiça ou má disciplina. É normal que crianças disléxicas expressem sua frustração por meio de mal-comportamento dentro e fora da sala de aula. Portanto, pais e educadores devem saber identificar os sinais que indicam que uma criança é disléxica - e não preguiçosa, pouco inteligente ou mal-comportada.
A dislexia não deve ser motivo de vergonha para crianças que sofrem dela ou para seus pais. Dislexia não significa falta de inteligência e não é um indicativo de futuras dificuldades acadêmicas e profissionais. A dislexia, principalmente quando tratada, não implica em falta de sucesso no futuro. Alguns exemplos de pessoas disléxicas que obtiveram grande sucesso profissional são Thomas Edison (inventor), Tom Cruise (ator), Walt Disney (fundador dos personagens e estúdios Disney) e Agatha Christie (autora). Alguns pesquisadores acreditam que pessoas disléxicas têm até uma maior probabilidade de serem bem sucedidas; acredita-se que a batalha inicial de disléxicos para aprender de maneira convencional estimula sua criatividade e desenvolve uma habilidade para lidar melhor com problemas e com o stress.
A Dislexia

O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura


Causas da Dislexia
As causas da dislexia são neurobiológicas e genéticas. A dislexia é herdada e, portanto, uma criança disléxica tem algum pai, avō, tio ou primo que também é disléxico.
Diferentemente de outras pessoas que não sofrem de dislexia, disléxicos processam informações em uma área diferente de seu cérebro; não obstante, os cérebros de disléxicos são perfeitamente normais. A dislexia parece resultar de falhas nas conexões cerebrais. Felizmente, existem tratamentos que curam a dislexia. Estes tratamentos buscam estimular a capacidade do cérebro de relacionar letras aos sons que as representam e, posteriormente, ao significado das palavras que elas formam. Alguns pesquisadores acreditam que quanto mais cedo é tratada a dislexia, maior a chance de corrigir as falhas nas conexões cerebrais da criança. Em outras palavras, a dislexia, se tratada nos primeiros anos de vida da criança, pode ser curada por completo.
Para melhor entender a causa da dislexia, é necessário conhecer, de forma geral, como funciona o cérebro. Diferentes partes do cérebro exercem funções especificas. A área esquerda do cérebro, por exemplo, está mais diretamente relacionada ą linguagem; nela foram identificadas três sub-áreas distintas: uma delas processa fonemas, outra analisa palavras e a sétima reconhece palavras. Essas três subdivisões trabalham em conjunto, permitindo que o ser humano aprenda a ler e escrever. Uma criança aprende a ler ao reconhecer e processar fonemas, memorizando as letras e seus sons. Ela passa então a analisar as palavras, dividindo-as em sílabas e fonemas e relacionando as letras a seus respectivos sons. Ą medida que a criança adquire a habilidade de ler com mais facilidade, outra parte de seu cérebro passa a se desenvolver; sua função é a de construir uma memória permanente que imediatamente reconheça palavras que lhe são familiares.  Ą medida que a criança progride no aprendizado da leitura, esta parte do cérebro passa a dominar o processo e, conseqüentemente, a leitura passa a exigir menos esforço.
O cérebro de disléxicos, devido ąs falhas nas conexões cerebrais, não funciona desta forma.  No processo de leitura, os disléxicos recorrem somente ą área cerebral que processa fonemas. A conseqüência disso é que disléxicos tem dificuldade em diferenciar fonemas de silabas, pois sua região cerebral responsável pela análise de palavras permanece inativa. Suas ligações cerebrais não incluem a área responsável pela identificação de palavras e, portanto, a criança disléxica não consegue reconhecer palavras que já tenha lido ou estudado. A leitura se torna um grande esforço para ela, pois toda palavra que ela lá aparenta ser nova e desconhecida.
A Dislexia

O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura


Sinais e Características de Dislexia
O ideal seria que toda criança fosse testada para detectar se ela sofre de dislexia. Porém, o sistema educacional brasileiro é deficiente e há uma falta de recursos na maioria das escolas do País. Portanto, é importante que pais e professores fiquem atentos aos sinais de dislexia para que possam ajudar seus filhos e alunos.
O primeiro sinal de possível dislexia pode ser detectado quando a criança, apesar de estudar numa boa escola, tem grande dificuldade em assimilar o que é ensinado pelo professor. Crianças cujo desenvolvimento educacional é retardatário podem ser bastante inteligentes, mas sofrer de dislexia. O melhor procedimento a ser adotado é permitir que profissionais qualificados examinem a criança para averiguar se ela é disléxica. A dislexia não é o único distúrbio que inibe o aprendizado, mas é o mais comum.
São muitos os sinais que identificam a dislexia. Crianças disléxicas tendem a confundir letras com grande freqüência. Entretanto, esse indicativo não é totalmente confiável, pois muitas crianças, inclusive não-disléxicas, freqüentemente confundem as letras do alfabeto e as escrevem de lado ao contrário. No Jardim de Infância, crianças disléxicas demonstram dificuldade ao tentar rimar palavras e reconhecer letras e fonemas. Na primeira série, elas não conseguem ler palavras curtas e simples, têm dificuldade em identificar fonemas e reclamam que ler é muito difícil. Da segunda ą quinta série, crianças disléxicas têm dificuldade em soletrar, ler em voz alta e memorizar palavras; elas também freqüentemente confundem palavras. Esses são apenas alguns dos muitos sinais que identificam que uma criança sofre de dislexia.
A dislexia é tão comum em meninos quanto em meninas.
A Dislexia

O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura


O que pode ser feito?
Nunca é tarde demais para ensinar disléxicos a ler e a processar informações com mais eficiência. Entretanto, diferente da fala – que qualquer criança acaba adquirindo – a leitura precisa ser ensinada. Utilizando métodos adequados de tratamento e com muita atenção e carinho, a dislexia pode ser derrotada. Crianças disléxicas que receberam tratamento desde cedo apresentam uma menor dificuldade ao aprender a ler. Isso evita com que a criança se atrase na escola ou passe a desgostar de estudar.
É importante enfatizar que a dislexia não é curada sem um tratamento apropriado. Não se trata de um problema que é superado com o tempo; a dislexia não pode passar despercebida. Pais e professores devem se esforçar para identificar a possibilidade de seus filhos ou alunos sofrerem de dislexia. Crianças disléxicas que foram tratadas desde cedo superam o problema e passam a se assemelhar ąquelas que nunca tiveram qualquer dificuldade de aprendizado.
Foram desenvolvidos diversos programas para curar a dislexia. Não há um só tratamento que seja adequado a todas as pessoas. Contudo, a maioria dos tratamentos enfatiza a assimilação de fonemas, o desenvolvimento do vocabulário, a melhoria da compreensão e fluência na leitura. Esses tratamentos ajudam o disléxico a reconhecer sons, sílabas, palavras e, por fim, frases. É aconselhável que a criança disléxica leia em voz alta com um adulto para que ele possa corrigi-la. É importante saber que ajudar disléxicos a melhorar sua leitura é muito trabalhoso e exige muita atenção e repetição. Mas um bom tratamento certamente rende bons resultados.  Alguns estudos sugerem que um tratamento adequado, administrado ainda cedo na vida escolar de uma criança, pode corrigir as falhas nas conexões cerebrais ao ponto que elas desapareçam por completo.
A Dislexia

O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura


Toda criança necessita de apoio e paciência. Muitas crianças disléxicas sofrem de falta de autoconfiança, pois se sentem menos inteligentes que seus amigos. Porém, um bom tratamento pode curar a dislexia. Muitos disléxicos tiveram grande sucesso profissional; existe uma alta porcentagem de disléxicos entre os grandes artistas, cientistas e executivos. Muitos especialistas acreditam que pessoas disléxicas, por serem forçadas a pensar de forma diferente, são mais habilidosas e criativas e têm idéias inovadoras que superam as de não-disléxicos.
Apesar das salas de aula estarem lotadas e apesar da falta de recursos para pesquisas, a dislexia precisa ser combatida. Muitos casos de dislexia passam desapercebidos em nossas escolas. Muitas vezes, crianças inteligentíssimas, mas que sofrem de dislexia, aparentam ser péssimos alunos; muitas dessas crianças se envergonham de suas dificuldades acadêmicas, abandonam a escola e se isolam de amigos e familiares. Muitos pais, por falta de conhecimento, se envergonham de ter um filho disléxico e evitam tratar do problema. Isso é lamentável, pois crianças disléxicas que recebem um tratamento apropriado podem não apenas superar essa dificuldade, mas até utilizá-la como beneficio para se sobressair pessoal e profissionalmente.
Fontes:
Time – July 20, 2003 – The New Science of Dislexia – By Christine Gorman
http:/www.interdys.org/index.jsp

A Dislexia

O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura

Será que seu filho é disléxico?

Entre 3 a 6 anos

Na pré-escola

1. Ele persiste em falar como um bebê?
2. Freqüentemente pronuncia palavras de forma errada?
3. Não consegue reconhecer as letras que soletram seu nome?
4. Tem dificuldade em lembrar o nome de letras, números e dias da semana?
5. Leva muito tempo para aprender novas palavras?
6. Tem dificuldade em aprender rimas infantis?

Entre 6 ou 7 anos

Primeira-série

1. Tem dificuldade em dividir palavras em sílabas?
2. Não consegue ler palavras simples e monossilábicas, tais como “rei” ou “bom”?
3. Comete erros de leitura que demonstram uma dificuldade em relacionar letras a seus respectivos sons?
4. Tem dificuldade em reconhecer fonemas?
5. Reclama que ler é muito difícil?
6. Freqüentemente comete erros quando escreve e soletra palavras?
7. Memoriza textos sem compreendê-los?

A Dislexia

O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura

Entre 7 e 12 anos.
1. Comete erros ao pronunciar palavras longas ou complicadas?
2. Confunde palavras de sonoridade semelhante, como “tomate” e “tapete”, “loēćo” e “canēćo”?
3. Utiliza excessivamente palavras vagas como “coisa”?
4. Tem dificuldade para memorizar datas, nomes ou números de telefone?
5. Pula partes de palavras quando estas tem muitas sílabas?
6. Costuma substituir palavras difíceis por outras mais simples quando lá em voz alta; por exemplo, lá “carro” invés de “automóvel”?
7. Comete muitos erros de ortografia?
8. Escreve de forma confusa?
9. Não consegue terminar as provas de sala-de-aula?
10. Sente muito medo de ler em voz alta?
A partir dos 12 anos
1. Comete erros na pronúncia de palavras longas ou complicadas?
2. Seu nível de leitura está abaixo de seus colegas de sala-de-aula?
3. Inverte a ordem das letras – “bolo” por “lobo”, “lago” por “logo”?
4. Tem dificuldades em soletrar palavras? Soletra a mesma palavra de formas diferentes numa mesma página?
5. Lá muito devagar?
6. Evita ler e escrever ?
7. Tem dificuldade em resolver problemas de matemática que requeiram leitura?
8. Tem muita dificuldade em aprender uma língua estrangeira?

A Dislexia

O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura

Muitos pais recorrem ą escola para avaliar se seus filhos sofrem de dislexia. Se você suspeita que seu filho é disléxico, mas a escola na qual ele estuda não faz testes de dislexia e não tem especialistas que ajudam crianças disléxicas, procure um outro profissional qualificado. Um bom programa educacional para crianças disléxicas precisa estabelecer objetivos específicos de progresso para o ano letivo. É necessário dedicar muita atenção para que a dislexia seja superada; sendo assim, seja paciente com um aluno ou filho disléxico, e não deixe que ele sofra de baixa auto-estima. Incentive-o a buscar novas atividades e interesses, tais como esportes ou música, e sempre o recompense quando ele progredir em seus estudos.


Fontes: Time – July 20, 2003 – The New Science of Dislexia – By Christine Gorman http:/www.interdys.org/index.jsp

quarta-feira, 12 de junho de 2013

BREVE HISTORIA DO TREINAMENTO E EDUCAÇÃO EM CARAJAS E REGIAO

O investimento em educação liberta
Onde vivemos,  uma região com alta empregabilidade, poderia se fazer mais por pessoas e organizações, quando o assunto é treinamento. Em idos de 2003, percebemos um enorme espaço para esta atividade, constituímos empresa e fomos atrás do que acreditávamos serem os maiores interessados, as empresas e sindicatos. Qual não foi nossa surpresa ao sermos repelidos por ambos: os trabalhadores locais não ficavam nas empresas, forçavam suas saídas logo apos o período de experiência, portanto não era econômico investirem em treinamento. Insistimos por dois anos, até percebermos que os mais interessados eram os trabalhadores. Quando os comunicamos, recebemos  500 consultas e 100 matriculas. Daí não parou mais, a certificação ISSO da VALE e empreiteiras precisavam de pessoal qualificado e certificado. É a origem de tantas escolas e cursinhos em Parauapebas. Mas somos PIONEIROS, bebemos na fonte do CIPMOI da Escola de Engenharia da UFMG.
 
A mentalidade da época, apenas 10 anos atrás, contrariava fortemente  o que conhecíamos no sul, onde  a mao de obra já era escassa. Pior, revelava uma total cegueira frente ao crescimento da mina de ferro e dos setores agregados. Sabíamos que, em breve, não disporíamos de mao de obra, em quantidade suficiente para suprir a região e manter o ritmo de crescimento. Naquele momento, apenas a Obra Kolping atuava aqui. Não havia SENAI, não havia outras empresas de treinamento. Os exames admissionais eram novidade recente.
Quando a VALE passou a exigir testes psicotécnicos, foi uma doideira: os peões era estimulados, quando reprovados, a investirem contra os psicólogos, que vinham de longe, de culturas completamente diferentes da regional. Foi uma época de muito conflito, mas aos poucos tudo foi se acomodando e chegando a seu ponto de equilíbrio. Então as empresas de medicina ocupacional, contrataram seus psicólogos e uma atividade rica e independente se foi: havia em Parauapebas vários consultórios, com diversos psicólogos trabalhando aparte do resultado do exame médico. Gerava conflitos, as vezes o trabalhador passava no exame medico e ficava no psicológico. Era o ideal, porque assim, as doenças psicológicas tinham sua importância no contexto de Carajás e região. Nossa empresa tratou de diversos problemas psicológicos, diagnosticados apartir dos testes psicotécnicos  e entrevista, que funcionava como uma consulta. Mas o capital diz mais alto e então – VALE E EMPREITEIRAS, resolveram que problemas e distúrbios psicológicos não contavam mais, poderiam ser contratados pessoas com transtorno bipolar, síndrome de budeler, manias e fobias diversas. Não representam perigo imediato e, mesmo sem tratamento adequado, podiam subir a mina. Assim, no contexto do exame médico, a avaliação psicológica perdeu terreno, os psicólogos foram embora e as clinicas medicas passaram a faturar mais um exame. Acabou a função seletiva do teste psicotécnico. Ele passou agora a acompanhar o resultado do exame médico. 
 
  Deve ser investigado se as causas de tantos acidentes que ainda acontecem ma mina, mesmo depois de tanto treinamento de segurança, se deve a transtornos psicológicos e cuidar. Um bipolar, por exemplo, numa crise pode matar e destruir patrimônio. Sem tratamento, esta pessoa esta em risco e colocando os seus nele. Nossa opinião é que o teste psicotécnico reveja seu caráter de exame serio e não se restrinja mais a uma mera entrevista com certeza de aprovação. E que seja um exame independente, avaliativo e com possibilidade de medicação e acompanhamento, e não apenas mais um exame de restrição.


 Com o advento da adoção dos REQUISITOS DE ATIVIDADES CRITICAS, o treinamento profissional assumiu seu lugar de importância na seleção de trabalhadores profissionais. Acontece que, a complexidade do treinamento, esbarrou na baixa escolaridade dos trabalhadores da região. Logo se percebeu, assim como nos psicotécnicos que algo ia muito mal na educação do trabalhadores – a educação formal, não apenas a de segurança e profissional. Não estava mais ao alcance do predador, os interessados teriam que correr atrás. Mas a quantidade de horas trabalhadas,  as distancias percorridas diariamente, as péssimas condições de moradia, tiram toda a energia do trabalhador, que acaba não tendo espaço para estudos regulares, fora do tempo. Ainda não temos uma saída para se resolver esta questão, na urgência que Carajás e seu em torno, precisam de trabalhadores.
UM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ALTERNATIVO

   Advogamos a tese de aulas regulares pagas pelas empresas e sindicatos dentro do horário da jornada de trabalho. Temos um convenio de SUPLETIVO DE PRIMEIRO E SEGUNDO GRAUS, que resolvem este problema. O aluno tem x horas mensais para estudar, não vai para a mina, fica em casa ou na escola estudando. Em 45 dias, faz as provas supletivas, em 3 dias tem o resultado e em 10 dias recebe o certificado de primeiro e segundo graus, ainda com melhor escrita e compreensão de texto e fala. O preço é R$1.200,00 reais por aluno, pagos a vista. Um programa assim resolveria esta questão da alfabetização e capacidade de interpretação aos trabalhadores da mina de ferro. Ainda, temos o SUPLETIVO PROFISSIONALIZANTE, em que o trabalhador tendo 5 anos de carteira assinada na área e segundo grau, faz-se provas, cinco no total e recebe seu certificado da área:  Técnico em Eletrotécnica, Técnico em Mecânica, Técnico em Edificações e outros. São programas de governo que intermediamos e que podem ser a solução para o suporte a qualificação das pessoas na região. Em 94, a própria VALE utilizou este recurso, contratando uma empresa do Rio, com tutores que ficavam a disposição dos seus funcionários. Eu ajudei a aplicar as provas supletivas.

 Quanto ao treinamento profissionalizante, hoje lançamos mãos de vídeos, textos, em sala de aula, um treinando de cada vez, ou em casa, através do site e telefone. O aluno, assim como os burgueses fazem hoje pela internet, estuda na hora que quiser. Nos cursos que tem prática, ele tem que dedicar-se a ela. As empresas aqui poderiam liberar estes trabalhadores para esta prática no horário comercial, isto seria um estimulo a capacitação per si.
  
Quanto as RACS, oferecemos à comunidade a criação de um banco de compensação, nos moldes do sistema bancário, para evitar que o trabalhador se desgaste tanto em sala de aula. Temos ferramentas e programas para gerenciar tanto os certificados RAC como os EXAMES ADMISSIONAIS E DEMISSIONAIS. Imaginem a economia de tempo e de recursos que o sistema obteria se lesse este blog ou nos ouvisse. TEMOS SOLUÇÃO PARA SUA DEMANDA. SOMOS EXCLUSIVA. SOMOS ON DEMAND.