sábado, 3 de outubro de 2020

O PENSAMENTO DA CLASSE POLITICA DE PARAUAPEBAS

 


A invasão de Parauapebas por pesquisadores alienistas é fato e é terrível.  Como se a cidade mais rica do estado não tivesse empresas e institutos extremamente capacitados para pesquisarem de forma in loco com condições técnicas e profundidade jamais imaginadas por estes estranhos.

Interessante é que Parauapebas seguramente tem a classe politica mais atrasada e ignorante do planeta. Não dá valor as tecnologias e conhecimentos local, trazem de fora tudo e obtém os piores resultados especialmente na natural expansão de poder de uma cidade.

A crise moral que se abate sobre esses políticos com centenas senão milhares de processos oriundos de gravíssimos erros de seus “especiais assessores” é sinal de desassossego para todos a começar pelos líderes dessa eleição.  A ponta está enrolada com a justiça:  o atual prefeito Darci Lermen e o anterior Valmir da Integral, todos enfrentando processos. Há condenações.

Alguém os induziu a errar tanto e esse alguém sempre tem um sotaque diferente, é preferivelmente branco e está a mando ou indicação de alguém de Belem ou Brasilia

Estamos na rua desde 1991, pesquisando, estudando a cidade, analisando e buscando dados e concluindo sobre uma realidade que vimos nascer, que participamos do seu processo de crescimento. E  cujo desenvolvimento nos encanta pela multiplicidade de culturas e iniciativas.

Mas a mentalidade de comando, a superestrutura da cidade ainda em mãos de políticos que não enxergam o real potencial local. Carecemos de lideranças para o desenvolvimento local e que assuma a importância de poder gravitacional para liderarmos na capital e em Brasilia. E que dispensem as forças e imposições exógenas.

Afinal, qual desses políticos e\ou seus apaniguados se tornaram diretor de Senai, Sesi, Caixa Econômica, Banco do Brasil, se elegeram deputado estadual ou federal, ou qualquer cargo fora de Parauapebas?

Justo por que seguem cartilhas e ordens de caciques de fora.

Precisamos valorizar e utilizar os recursos daqui, são abundantes e competentes.  Nossa empresa fez o caminho inverso indo prestar serviços em Minas e Santa Catarina. Já atendemos clientes em grande parte do país.  Há empresas de Parauapebas trabalhando fortemente em outros estados.

O Marcelo Catalão ousou na sua campanha anterior. É o candidato mais comprometido com a cidade

Bel, Gesmar e Faisal se elegeram deputados, mas e daí o que fizeram, quem se lembra? O fato de terem sido eleitos e exercido seus mandatos distantes das forças local, não somou para a cidade.

A classe política deveria olhar com mais competência e empatia para nossos valores internos, locais.

 



quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Caixa inicia pagamento do Auxílio Emergencial Extensão

 Os primeiros a receber serão os beneficiários do Bolsa Família

 

Fila para entrada em agência da Caixa, em Brasília. 

 

A Caixa inicia hoje (17) o pagamento das parcelas do Auxílio Emergencial Extensão de R$ 300 para mais de 16,3 milhões de pessoas. Ao todo, serão liberados R$ 4,3 bilhões. Os primeiros a receber serão 12,6 milhões de famílias cadastradas no Programa Bolsa Família. O governo ainda não divulgou o calendário de pagamento para os beneficiários que não são cadastrados no Bolsa Família.

 

Instituído em abril, para conter os efeitos da pandemia sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais, o auxílio emergencial começou com parcelas de R$ 600 a R$ 1.200 (no caso das mães chefes de família), por mês, a cada beneficiário. Inicialmente projetado para durar três meses, o auxílio foi estendido para o total de cinco parcelas. E a partir de hoje, será pago o auxílio emergencial residual no valor de R$ 300 em até quatro parcelas mensais. O auxílio emergencial residual será devido até 31 de dezembro de 2020, independentemente do número de parcelas recebidas pelo beneficiário.

 

Bolsa Família

O pagamento do benefício obedece ao calendário habitual do programa Bolsa Família, que segue até 30 de setembro. Os primeiros a receber são os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) final 1.

Para o pagamento do Auxílio Emergencial Extensão, os beneficiários do Bolsa Família tiveram avaliação de elegibilidade realizada pelo Ministério da Cidadania – conforme Medida Provisória nº 1.000, de 02 de setembro de 2020. O valor é R$ 300 ou em até R$ 600, no caso de mulher provedora de família monoparental. Se o valor do Bolsa Família for igual ou maior que R$ 300 ou R$ 600, o beneficiário receberá o Bolsa Família.

O recebimento do Auxílio Emergencial Extensão é da mesma forma que o benefício regular, utilizando o cartão nos canais de autoatendimento, unidades lotéricas e correspondentes Caixa Aqui; ou por crédito na conta Caixa Fácil.

 


 

Confira calendário para beneficiários do Bolsa Família:

Quinta-feira (17):

• 1,6 milhão de pessoas de 1,2 milhão de famílias beneficiárias do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 1

Sexta-feira (18):

• 1,6 milhão de pessoas de 1,2 milhão de famílias beneficiárias do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 2

Segunda-feira (21):

•1,6 milhão de pessoas de 1,2 milhão de famílias beneficiárias do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 3

Terça-feira (22):

•1,6 milhão de pessoas de 1,2 milhão de famílias beneficiárias do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 4

Quarta-feira (23):

•1,6 milhão de pessoas de 1,2 milhão de famílias beneficiárias do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 5

Quinta-feira (24):

•1,6 milhão de pessoas de 1,2 milhão de famílias beneficiárias do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 6

Sexta-feira (25):

•1,6 milhão de pessoas de 1,2 milhão de famílias beneficiárias do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 7

Segunda-feira (28):

•1,6 milhão de pessoas de 1,2 milhão de famílias beneficiárias do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 8

Terça-feira (29):

•1,6 milhão de pessoas de 1,2 milhão de famílias beneficiárias do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 9

Quarta-feira (30):

•1,6 milhão de pessoas de 1,2 milhão de famílias beneficiárias do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 0

 

Noticia: Agencia Brasil

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Plano para conter gafanhotos tem mais de 400 aviões à disposição no RS

Usadas na aviação agrícola, as aeronaves lançam defensivos agrícolas para combater a praga. O bombardeio de agrotóxicos gera apreensão

Plano para conter gafanhotos tem mais de 400 aviões à disposição no RS


PORTO ALEGRE, RS (FOLHAPRESS) - A ameaça de uma nuvem de gafanhotos com 30 km² e com potencial para causar um prejuízo diário de mais de R$ 1 milhão no Rio Grande do Sul deixou autoridades do setor agrícola e cidades da fronteira gaúcha com Argentina e Uruguai em alerta.

 

O plano de contingência conta com 70 aeronaves espalhadas pela fronteira e mais de 400 em todo o estado, segundo o secretário de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), Covatti Filho.


Usadas na aviação agrícola, as aeronaves lançam defensivos agrícolas para combater a praga. O bombardeio de agrotóxicos gera apreensão.


"É preciso de uma estrutura gigantesca e temos que atacar de todas maneiras e de forma rápida. Temos mais de cem profissionais técnicos à disposição", explica o secretário.


O plano de contingência tem um custo previsto de R$ 600 mil para 21 dias e foi elaborado em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).


A nuvem, que no início da semana estava na Argentina a cerca de 115 km do município gaúcho de Barra do Quaraí, agora está a cerca de 110 km do estado. Porém, o maior deslocamento foi em direção ao Uruguai. A nuvem está em região agrícola de Entre Rios, na Argentina, a 20 km do Uruguai, segundo Ricardo Felicetti, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da da Seapdr.


Uma projeção da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel) indica que, considerando a direção dos ventos, de Norte para Sul, a nuvem pode não ingressar em território gaúcho. O Mapa monitora também uma segunda nuvem, formada no Paraguai.


Barra do Quaraí, a 608 km de Porto Alegre, é localizada na tríplice fronteira, com divisa tanto com a Argentina como com o Uruguai.


Apesar da possibilidade dos gafanhotos não entrarem no país, o prefeito Iad Choli (PSB) está apreensivo. "Nossa cidade é grande produtora de arroz. Porém, neste período estamos na entressafra, quando cresce o pasto. Se a praga ataca o pasto, o gado fica sem comida e tem perda de peso, afeta toda economia", diz Choli.

Mesmo com o alívio momentâneo, os trabalhadores rurais agora se solidarizam com os vizinhos uruguaios, que podem ser afetados pela nuvem. "Não queríamos que atingisse país algum, o que a gente não quer pra gente, não quer para outros também", diz Idélcio Pilar Rodrigues, presidente do Sindicato Dos Trabalhadores da Agricultura Familiar e Assalariados Rurais (Sintraf) de Barra do Quaraí.


Noticiaaominuto


quarta-feira, 15 de julho de 2020

Necessidade de trabalhar é principal motivo para abandonar escola

Quatro em cada dez jovens precisaram deixar as salas de aula


Produtor rural no Semiárido

A necessidade de trabalhar é o principal motivo apontado por jovens de 14 a 29 anos para abandonar os estudos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Educação, divulgada hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Aproximadamente quatro em cada dez jovens que não concluíram o ensino médio precisaram deixar as salas de aula para trabalhar.

Segundo o IBGE, ao todo, no Brasil, 20,2% dos jovens de 14 a 29 anos não completaram o ensino médio, seja porque abandonaram a escola antes do término dessa etapa, seja porque nunca chegaram a frequentá-la. Isso equivale a 10,1 milhões de jovens. A maior parte é homem, o equivalente a 58,3%, e preta ou parda, o equivalente a 71,7% de todos que não estavam estudando. 

De acordo com o levantamento, quando perguntados sobre o principal motivo de terem abandonado ou nunca frequentado a escola, esses jovens apontaram a necessidade de trabalhar como fator prioritário, resposta dada por 39,1% dos entrevistados. Considerando apenas os homens, essa foi a resposta dada por 50% deles. Já entre as mulheres, o percentual cai para 23,8%. 

Para as mulheres, o principal motivo, alegado por 24,1% é não ter interesse em estudar – entre os homens esse percentual é 33%. Em seguida, para as mulheres, está a gravidez, de acordo com 23,8%. Precisar cuidar de pessoas ou dos afazeres domésticos é alegado como motivo para 11,5% das mulheres deixarem os estudos. Entre os homens, esse é o motivo para 0,7%.

Além disso, no total, 3,2% de jovens em todo o país dizem que não havia escola, vaga ou turno desejado na localidade onde vivem. Outros 3,7% deixaram os estudos por problemas de saúde permanentes. 

O levantamento foi feito no segundo trimestre de 2019, portanto, de acordo com o IBGE, ainda não é possível medir os impactos da pandemia do novo coronavírus. No entanto, os dados de evasão podem ajudar no planejamento de políticas públicas para evitar que estudantes abandonem os estudos. 

No Brasil, de acordo com a Emenda Constitucional 59/2009, a educação é obrigatória dos 4 aos 17 anos de idade. O estudo do IBGE mostra que os maiores percentuais de abandono da escola se deram nas faixas a partir dos 16 anos de idade, entre 15,8% e 18%. O  abandono precoce, ainda na idade do ensino fundamental, foi de 8,5% até os 13 anos e de 8,1% aos 14  anos.  

“Esse  padrão  se  mantém  semelhante  entre  homens  e mulheres  e  entre  as  pessoas  de  cor  branca  e  preta  ou  parda.  Vale destacar  que  o  grande  marco  da  mudança  foi  a  idade  de  15  anos que, em geral, é a de entrada no ensino médio. Nessa idade, o percentual de jovens que abandonaram a escola quase duplica frente aos 14 anos de idade”, diz o relatório da Pnad Contínua Educação. 

Idade certa 

O estudo mostra que, nas idades consideradas obrigatórias, aumentou a escolarização, ou seja, o percentual da população matriculada na escola. Entre as crianças de 4 e 5 anos, em 2018, 92,4% estavam na pré-escola. Em 2019, 92,9%. Entre aqueles de 6 a 14 anos, a taxa de escolarização passou de 99,3% para 99,7%. Entre os adolescentes de 15 a 17 anos, passou de 88,2% para 89,2%. 

Apesar de estarem na escola, nem todas essas crianças e adolescentes estão matriculados nas séries em que deveriam, seja por repetência, seja por outros motivos.

O levantamento mostra que o atraso começa a se acentuar nos anos finais do ensino fundamental, etapa que vai do 6º ao 9º ano. Em 2019, 12,5% das pessoas de 11 a 14 anos de idade já estavam atrasadas em relação à etapa de ensino que deveriam estar cursando ou não estavam na escola. 

Dos 15 aos 17 anos, faixa etária em que os estudantes deveriam estar no ensino médio, a situação se agrava: 28,6% não estavam na série adequada. Essa taxa melhorou – em 2018, eram 30,7%. 

“Nota-se que o atraso escolar e, em menor importância, a evasão, já estavam presentes nos anos finais do ensino fundamental. Isso significa que um grupo de crianças chega atrasado ao ensino médio, ou mesmo deixa de estudar no fundamental. Em muitos casos, essa situação pode vir a se intensificar na etapa escolar seguinte”, diz o estudo. 

Sem trabalhar ou estudar 

A pesquisa mostra ainda que, do total de 46,9 milhões de pessoas de 15 a 29 anos de idade, pouco mais de um em cada cinco jovens, 22,1%, não estavam ocupados nem estudando. Dos demais, 14,2% estavam ocupados e estudando; 28,1% não estavam ocupados, porém estudavam; e, 35,6% estavam ocupados e não estudavam.

“É importante ressaltar que elevar a instrução e a qualificação dos jovens é uma forma de combater a expressiva desigualdade educacional do país. Além disso, especialmente em um  contexto econômico desfavorável, elevar a escolaridade dos jovens e ampliar sua qualificação pode facilitar a inserção no mercado de trabalho, reduzir empregos de baixa qualidade e a alta rotatividade”, afirma o IBGE. 

Entre as mulheres, 27,5% não estavam ocupadas, nem estudando ou se qualificando. Entre os homens, esse percentual é menor, 16,6%. Na outra ponta, 14,6% dos homens e 13,8% das mulheres trabalhavam e estudavam ou se qualificavam. 

Mais informações na Radioagência Nacional:


Noticia: Agencia Brasil

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Brasil perde mais de 860 mil empregos formais em abril

De janeiro a abril foram 4.999.981 admissões e 5.763.213 demissões

As demissões superaram as contratações com carteira assinada em 860.503 postos de trabalho, em abril. Foram 1.459.099 desligamentos e 598.596 contratações. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados hoje (27). O saldo de abril foi o pior da série histórica iniciada em 1992.

Segundo o Ministério da Economia, os dados mostram que a queda no número de contratações contribuiu de forma expressiva para o saldo negativo de empregos formais.

Enquanto as demissões tiveram um incremento de 17,2%, as admissões caíram 56,5% na comparação com abril de 2019. Em valores nominais, São Paulo teve o pior desempenho, com saldo negativo (mais demissões do que contratações) de 260.902. O estado é seguido por Minas Gerais com 88.298 demissões (descontadas as contratações); Rio de Janeiro, 83.626, e Rio Grande do Sul, 74.686.

O secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, disse que o resultado reflete os efeitos da pandemia da covid-19 na economia brasileira. “É um número duro, que reflete a realidade de pandemia que vivemos, mas que traz algo positivo. Demostra que o Brasil está conseguindo preservar emprego e renda. No entanto, pelos mesmos motivos de pandemia, não estamos conseguindo manter a contratação que mantínhamos outrora”, disse, acrecentando que na comparação com outros países, o Brasil está em situação melhor. “Os Estados Unidos estão com mais de 35 milhões de pedidos de seguro desemprego e o Brasil está chegando ao número de 860.500 desempregados. Isso demostra a efetividade das medidas conduzidas pelo governo”.

Em março, mês de início das medidas de isolamento social devido à pandemia da covid-19, o saldo de emprego formal ficou negativo de 207.401. Foram 1.316.655 admissões e 1.524.056 desligamentos.

De janeiro a abril de 2020 foram 4.999.981 admissões e 5.763.213 demissões no país, com resultado negativo de 763.232. As admissões caíram 9,6% e as demissões subiram 10,5% no período, comparado ao primeiro quadrimestre de 2019.

O salário médio real de admissão no Brasil passou de R$ 1.496,92 em abril de 2019 para R$ 1.814,62 no mês passado.

Manutenção de empregos

Desde 1º de abril, data da edição pelo governo federal da Medida Provisória 936/2020, que criou o Programa Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda, foram preservados mais de 8,1 milhões de empregos no país, informou o Ministério da Economia. O programa prevê que os trabalhadores que tiverem jornada reduzida ou contrato suspenso e ainda auxílio emergencial para trabalhadores intermitentes com contrato de trabalho formalizado receberão o Benefício Emergencial de Preservação da Renda e do Emprego (BEm).

Mudanças

É a primeira divulgação do Caged após o preenchimento de informações da base de dados passar para o Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Com a mudança, o cumprimento de 13 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas fica centralizado em um só sistema.

Uma inovação do Caged é o agrupamento de setores da economia. Até dezembro passado, eram oito: comércio, serviços industriais de utilidade Pública (SIUP), extrativa mineral, administração pública, agropecuária, construção civil, indústria de transformação e serviços.

Com a reformulação do Caged, os dados estarão na mesma divisão feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São eles: comércio, serviços, indústria geral, construção civil e agricultura. No intervalo de janeiro a abril de 2020, a agricultura teve saldo positivo de 10.032 empregos, resultado de 275.464 contratações e 265.432 demissões. O resultado da construção civil ficou negativo em 21.837. Comércio teve saldo negativo de 342.748, serviços resultado negativo de 280.716 e indústria também negativo, em 127.886.

Trabalho intermitente

A modalidade de trabalho intermitente teve, no período de janeiro a abril, 49.228 admissões e 35.105 demissões em 2020, o que resultou em saldo positivo 14.123. Já o regime de trabalho parcial registrou 71.044 contratações e 63.334 desligamentos, com resultado de positivo de 7.710 postos de trabalho com carteira assinada.

Somente no mês de abril, o trabalho intermitente chegou ao saldo negativo de 2.375, com 7.291 admissões e 9.666 demissões. No mesmo período, houve 4.881 contratações e 14.029 desligamentos na modalidade de trabalho parcial, com saldo negativo de 9.148.

Calendário

Após a primeira divulgação do Novo Caged, o ministério definiu um calendário para os próximos dados do emprego formal no país: as informações de maio serão divulgadas no dia 29 de junho; em julho serão divulgados os dados de junho e assim por diante.

* Matéria alterada às 13h40 para acrescentar informações


fonte: Agencia Brasil

quarta-feira, 25 de março de 2020

Remédio em excesso costuma matar o paciente!


CONTER O COVID-19 NÃO É PARAR A VIDA











CONTER o COVID-19 é missão e reza primordiais. Temos que garantir sobrevivência. Mas precisamos manter as exigências da vida que não vão   para quarentena. As cidades, estados e mesmo a federação ainda não apresentaram um plano de trabalho que contemple a lógica e o bom senso. Ainda mais num pais tão desigual como o nosso.

Mas nosso cenário é Parauapebas, com seu dinamismo e caldeamento cultural. Demorou-se e muito para se despertar para a tragédia que se desenrola em todo o mundo e que pode sim ocorrer aqui, pela globalidade da urbe e mesmo por seu poder de atração sobre todas as regiões do Brasil.

MAS AS MEDIDAS ADOTADAS PELO EXECUTIVO BEIRAM A HISTERIA, INCAPACIDADE GERENCIAL E INCOMPETÊNCIA. A FORMA DRACONIANA DE AVALIAR DE FORMA REAL OS RISCOS E PREVENIR FORAM SUBSTITUÍDOS POR AUTORITARISMO E EXCESSOS. SENÃO VEJAMOS:
Sabemos que o epicentro da crise brasileira até agora é São Paulo e Rio de Janeiro, deslocando um pouco para Brasilia. Este é o primeiro ponto a ser analisado. E QUE ESSA CONTAMINAÇÃO COMUNITÁRIA É ILUSÓRIA E NÃO FORAM APRESENTADAS PROVAS DAS MESMA.

O segundo ponto é nosso poder de atração sobre a população externa que vem à cidade de diversos pontos do mundo, seu poder de contagio e penetração as bases da população.

Pelas medidas generalistas tomadas, não se partiu desse ponto de vista.

Nosso plano de contenção em três etapas assemelha com a pratica da Coreia do Sul, o melhor pais em enfrentamento a crise de saúde pública que também nos aflige:
Primeiro, prevenção

Barreiras fitossanitárias em todos os postos de acesso a urbe, com testes de temperatura, exames rápidos, vacina em idosos e limpeza de veículos,

Busca publica de todos os que chegaram à cidade nos últimos 30 dias, localização, testagem de saúde e limpeza preventiva

Segundo, início da ampliação da base de atendimento. Mascaras, testes, estoques de sabão, garantia de água, ventiladores mecânicas em função do tamanho da população que seria afetada e mesmo caso alguma pessoas vierem adoecer, MESMO com a doença, ficariam isolados em casa, com rodizio de pessoal acompanhando.

Terceiro, profilaxia: internação para os casos mais graves, que precisem de ventilação mecânica somente.

Na sequencia, esses medidas dariam a segurança necessária à população que poderia continuar vivendo. Sem recursos que cheguem rápido e sem burocracia, o sofrimento será imenso.

Essas necessidade imediatas, comida, remédios, atendimento médico, a vida, como ficam nesta cidade sitiada?
O DECRETO 326 É DRACONIANO E FEITOS AS EXPENSAS DE UM PLANEJAMENTO SERIO E CONSEQUENTE, todos vão pagar um preço muito além da CONTA. Precisa ser revogado e simplificado.


quarta-feira, 11 de março de 2020

Faça sua campanha conosco e vença!




TARGET PESQUISAS E MARKETING empresa de Parauapebas, com participação em estudos e pesquisas desde o último ano do mandato de CHICO DAS CORTINAS, portanto com profundo conhecimento único e especial de todas as nuances e detalhes da história social, econômica e política da cidade.

Empresa credenciada para a realização de pesquisa eleitoral e sua respectiva divulgação. Em qualquer mídia, em todo o território nacional.

Portanto com maior competitividade, haja visto que o processo de uma pesquisa eleitoral para divulgação registrada se enquadra em restritas exigências e publicidade do planejamento e escopo da pesquisa em si.

Candidatos, façam suas pesquisas com uma empresa que conhece sua cidade, tem preço local e obrigações federais.  Aceitamos também terceirizações de estudos e análises para outros institutos ou empresas.

Em todas as campanhas de Chico das Cortinas até Darci, participamos seja pesquisando, seja elaborando planejamento de campanha, planos de governo e\ou estratégia de comunicação e marketing.


 Nossos estudos qualitativos – FOCUS GROUP e ANALISE DE PERSONALIDADE PROFUNDO, antecipam com estreita margem de erro, o resultado futuro para o candidato.

Uma margem que assegura a disponibilidade de recursos da campanha. Dependendo da condição e resistência ao candidato, se estabelece o planejamento do investimento na construção ou alteração da percepção de imagem e a necessidade do volume de trabalho a ser dispendido em cada fase da campanha.


Candidatos também podem comprar toda a campanha, terceirizando inclusive o atendimento, definindo assim o total do gasto na campanha previamente, cujo resultado será pautada em amostras de crescimento\estagnação\perda ao longo do tempo contratado. Como as grandes campanhas de produtos ou serviços nas melhores agencias de imagem do mundo.

Mídias sociais, televisão, jornais, rádios, comunicações alternativas e o potencializador de presença e mensagem, produto exclusivo da TARGET, registrado nacionalmente.

Com nosso histórico, seriedade e entrega de produtos já realizados, não temos alternativa na região. Pela inovação e produtos exclusivos, seguramente no pais inteiro, somos inovação.

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